Em entrevista concedida ao Jornal de Brasília, o ex-governador José Roberto Arruda, candidato pelo PSD ao governo do Distrito Federal, detalhou sua trajetória política, defendeu sua elegibilidade e apresentou propostas para enfrentar os desafios de saúde, educação e finanças públicas da capital. A conversa também abordou críticas ao governo atual e a recuperação de instituições como o BRB, com Arruda respondendo diretamente a questionamentos sobre seu passado na Operação Caixa de Pandora.
Retorno à vida pública e motivação
Arruda explicou que sua decisão de voltar à disputa pelo Executivo distrital surgiu do apelo da sociedade diante da grave situação enfrentada por Brasília. Ele ressaltou que a cidade nunca esteve em momento tão difícil e que sua experiência como senador, deputado e governador o preparou para atuar na recuperação dos serviços públicos essenciais. A entrevista também contou com a menção ao candidato a vice Luiz Pitiman, reforçando a chapa do PSD em oposição à atual gestão de Celina Leão pelo PP.
Defesa da elegibilidade e absolvição
O candidato abordou a questão da inelegibilidade, citando a Lei 14.230/21 e afirmando que o prazo de oito anos começou a contar a partir da decisão de segundo grau em 2014, vencendo em 2022. Ele também comentou sobre o processo judicial ocorrido há 16 anos, classificando-o como uma armação e destacando que o Ministério Público pediu a nulidade das provas, resultando em sua absolvição. Essas declarações visam esclarecer dúvidas sobre sua lisura perante os eleitores.
Propostas para o Distrito Federal
Arruda apresentou planos focados na melhoria da saúde, educação e mobilidade urbana, além da recuperação do Banco de Brasília. Ele enfatizou a necessidade de um gestor experiente para reorganizar as finanças públicas e atender ao sentimento da população por mudanças concretas. A entrevista reforça o posicionamento do candidato em relação aos desafios atuais do Distrito Federal sem especulações sobre o futuro eleitoral.