O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulgou a atualização do Índice de Bem-Estar Urbano do Distrito Federal (Ibeu) com base na Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) 2024. O indicador avalia as condições de vida e os serviços urbanos nas 35 regiões administrativas do DF, destacando avanços em serviços coletivos e apontando desafios em infraestrutura e meio ambiente.
Metodologia e principais resultados
O cálculo do Ibeu considerou cinco dimensões e 19 indicadores. Vinte e seis regiões alcançaram média superior a 0,9 em serviços coletivos, enquanto áreas com índices mais baixos demandam melhorias em condições ambientais e infraestrutura. Regiões como Sudoeste/Octogonal e Lago Sul apresentaram desempenho elevado, ao passo que Água Quente e SCIA/Estrutural registraram necessidades prioritárias.
Impacto no planejamento público
As autoridades ressaltam que o estudo fornece subsídios para políticas de infraestrutura e qualidade de vida. O índice permite identificar desigualdades territoriais e orientar investimentos em drenagem, pavimentação e mobilidade urbana.
o estudo ajuda a transformar dados estatísticos em planejamento de infraestrutura e qualidade de vida.
Manoel Clementino
os resultados mostram avanços na qualidade de vida da população, associados a obras estruturantes e a investimentos em drenagem, pavimentação, mobilidade urbana, acessibilidade e infraestrutura viária.
Valter Casimiro
o índice é uma ferramenta para o planejamento e a gestão pública, por permitir avaliar as condições de vida e identificar desigualdades territoriais.
Marcelo Vaz
o Ibeu 2024 consolida o DF como referência em bem-estar urbano e reforça a cobertura dos serviços coletivos essenciais no território.
Werner Bessa