O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) emitiu uma nota oficial repudiando ataques racistas sofridos pelo juiz Fábio Esteves, do TJDFT e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e pela juíza Franciele Pereira do Nascimento, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um evento promovido pela Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná. O incidente ocorreu antes de 22 de março de 2026, e a nota foi divulgada em 22 de março de 2026. A manifestação do TJDFT, assinada pelo desembargador Roberval Belinati, presidente em exercício, expressa solidariedade às vítimas e classifica o racismo como uma prática criminosa e inaceitável.
Detalhes do incidente
Os ataques racistas foram direcionados aos magistrados enquanto participavam do evento no Paraná. Embora a data exata do ocorrido não tenha sido especificada, sabe-se que o episódio antecede a emissão da nota oficial. O TJDFT destacou que tais atos representam uma afronta à Justiça e aos valores constitucionais brasileiros, incompatíveis com a sociedade democrática.
A juíza Franciele Pereira do Nascimento e o juiz Fábio Esteves foram as vítimas identificadas, com o incidente ganhando repercussão após a divulgação do repúdio. O evento, organizado pela Escola Judicial do Paraná, visava promover discussões jurídicas, mas foi marcado por esse episódio lamentável.
Reação oficial e solidariedade
Na nota, o TJDFT expressou repúdio veemente aos ataques, reforçando o compromisso com a luta contra o racismo. O desembargador Roberval Belinati, em nome da instituição, manifestou solidariedade aos juízes afetados. Essa resposta oficial busca não apenas condenar o ato, mas também promover a conscientização sobre a gravidade do racismo no âmbito judicial.
A iniciativa do TJDFT alinha-se aos princípios constitucionais que rejeitam qualquer forma de discriminação. Com a nota publicada em 22 de março de 2026, o tribunal reforça a necessidade de ambientes inclusivos e respeitosos, especialmente em contextos profissionais como eventos jurídicos.
Impacto e implicações
Esse repúdio destaca a persistência do racismo em espaços institucionais, mesmo em 2026, e serve como lembrete da importância de combater práticas discriminatórias. O TJDFT, ao se posicionar publicamente, contribui para o debate nacional sobre igualdade racial e justiça. A solidariedade expressa pode incentivar outras instituições a adotarem posturas semelhantes diante de incidentes similares.
Embora detalhes adicionais sobre o evento não tenham sido divulgados, a nota oficial sublinha que o racismo é uma prática criminosa, exigindo respostas firmes da sociedade e do Judiciário. Essa ação do TJDFT, ocorrida nesta terça-feira, 24 de março de 2026, reflete o compromisso contínuo com os valores democráticos brasileiros.