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CLDF aprova lei que adota valor venal no ITBI e sobrecarrega contribuintes no DF

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Vista da Esplanada dos Ministérios em Brasília, representando lei da CLDF que adota valor venal no ITBI e sobrecarrega contribuintes no DF.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou uma lei que estabelece o valor venal de imóvel como base para o cálculo do ITBI, medida que pode sobrecarregar ainda mais os contribuintes no Distrito Federal, Brasil, em um momento de instabilidade econômica.

Detalhes da nova legislação

A lei, sancionada pela CLDF, altera o método de cálculo do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), utilizando o valor venal como referência principal.

Essa mudança ignora flutuações de mercado e pode resultar em avaliações inflacionadas, complicando transações imobiliárias no Distrito Federal.

Impactos negativos para os cidadãos

Proprietários e compradores enfrentam agora um encargo fiscal mais elevado, já que o valor venal frequentemente supera o preço real de negociação, agravando a carga tributária em tempos de crise.

No Distrito Federal, Brasil, essa decisão da CLDF chega em 2026, ano marcado por desafios econômicos, e pode desestimular investimentos no setor imobiliário.

Críticas e preocupações futuras

Especialistas alertam que a adoção do valor venal para o cálculo do ITBI representa um retrocesso, priorizando receitas governamentais em detrimento da equidade fiscal.

A ausência de debate amplo sobre o tema pela CLDF levanta dúvidas sobre a transparência do processo legislativo no Distrito Federal.

Consequências para o mercado imobiliário

A nova base de cálculo do ITBI pode frear o dinamismo do mercado no Distrito Federal, Brasil, com potenciais aumentos nos custos de transferência de propriedades.

Em um cenário de recuperação pós-pandemia, essa lei da CLDF adiciona mais um obstáculo para famílias e empresas que buscam estabilidade financeira em 2026.

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