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Julgamento da chacina de Planaltina avança com fim de interrogatórios dos réus

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Fachada do Tribunal de Justiça do DF em Brasília, representando julgamento da chacina de Planaltina.
Fachada do Tribunal de Justiça do DF em Brasília, representando julgamento da chacina de Planaltina.

No Fórum de Planaltina, o julgamento dos réus acusados pela chacina que vitimou 10 pessoas da mesma família avançou nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026. O interrogatório dos cinco réus foi finalizado por volta das 15h15, abrindo caminho para os debates entre acusação e defesa. O caso, que chocou a região, envolve um plano inicial de assalto que supostamente culminou em assassinatos múltiplos na chácara de Marcos Antônio, pai de uma das vítimas, Thiago Belchior.

Depoimentos dos réus

Carlos Henrique, um dos réus, negou participação nos assassinatos e afirmou ter sido contratado apenas para um assalto. Ele relatou que pegou o celular e o cartão de Thiago Belchior, sinalizou para Gideon Batista e deixou o local. Horácio Carlos, por sua vez, encenou o papel de vítima durante o depoimento.

Falaram para eu pegar apenas o celular e o cartão do Thiago.
Depois que peguei o celular e o cartão, fiz sinal para o Gideon e ele deu o ok. Fui embora.

Outros réus incluem Carlomam dos Santos e Gideon Batista, que, junto a Horácio Carlos, teriam arquitetado o plano. Carlos Henrique enfatizou sua inocência em relação aos homicídios.

Poderia ter conquistado esses R$ 5 mil trabalhando. Quero dizer que nunca matei ninguém e não seria agora.

Contexto da chacina e próximos passos

O julgamento iniciou em 13 de abril de 2026, uma segunda-feira, e foca na chacina ocorrida na chácara de Marcos Antônio, onde Thiago Belchior e familiares foram mortos. O plano original visava roubar R$ 5 mil de Thiago, mas desandou, levando à tragédia, conforme relatos anteriores. Gideon Batista e Horácio Carlos são apontados como mentores do assalto.

Após o interrogatório, os promotores e a acusação terão três horas para argumentar, seguidas por três horas das defesas, ainda no dia 16 de abril. Esse avanço marca uma etapa crucial no processo, que busca justiça para as 10 vítimas da família.

A expectativa é que os debates esclareçam responsabilidades e motivem uma decisão fundamentada. O caso continua a atrair atenção pública, destacando questões de segurança e violência na região de Planaltina.

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