O Parlamento egípcio anunciou nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, que discutirá uma nova legislação para restringir o uso de redes sociais por crianças, visando combater o que foi chamado de “caos digital”. A iniciativa surge após um discurso do presidente Abdel-Fattah el-Sissi, que defendeu a proteção das crianças contra conteúdos prejudiciais, cyberbullying e abusos online. Países como França, Reino Unido e Austrália foram citados como exemplos de nações que já adotam medidas semelhantes.
Anúncio e contexto da proposta
O anúncio foi feito no final do dia 25 de janeiro de 2026, com o Parlamento egípcio afirmando que consultará o governo e órgãos especializados para elaborar a lei. A medida busca proteger as crianças egípcias de riscos que ameaçam seu pensamento e comportamento, conforme destacado em comunicado oficial. Essa discussão reflete preocupações globais sobre o impacto das redes sociais na juventude.
acabar com o caos digital que nossos filhos enfrentam, e que impacta negativamente o futuro deles
A citação do Parlamento egípcio enfatiza a urgência de ações para mitigar esses efeitos negativos.
Discurso do presidente e exemplos internacionais
Em seu discurso no dia 24 de janeiro de 2026, o presidente Abdel-Fattah el-Sissi defendeu a restrição do acesso às redes sociais para crianças até que atinjam uma idade apropriada para lidar com esses conteúdos. Ele mencionou França, Reino Unido e Austrália como modelos de regulamentações bem-sucedidas. Essa abordagem visa prevenir cyberbullying, abusos e outros impactos prejudiciais no desenvolvimento infantil.
proteger as crianças egípcias de quaisquer riscos que ameacem seu pensamento e comportamento
até que atinjam uma idade em que possam lidar com isso de forma adequada
Implicações e próximos passos
A proposta legislativa no Egito representa um esforço para alinhar o país com tendências internacionais de regulação digital. O Parlamento planeja debater a lei em sessões futuras, envolvendo especialistas para garantir uma implementação eficaz. Essa iniciativa pode influenciar debates sobre proteção infantil em outras nações, destacando a necessidade de equilibrar inovação tecnológica com segurança.